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Dica da Atenção Visual

*Luiz Sisto

A visão é considerada como nossa "rainha dos sentidos", pois, confiamos nela mais do que os nossos outros sentidos durante a realização de uma tarefa qualquer. O tenista deve saber focar sua atenção visual seletivamente durante uma partida. Essa atenção visual seletiva refere-se ao fato de que o jogador deve angular sua visão ao comportamento do deslocamento do adversário na quadra e a trajetória da bola. Observando atentamente o comportamento do adversário na quadra, podem-se antecipar seus movimentos e/ou arriscar em algumas jogadas mais ousadas. Na questão da trajetória da bola, a mesma não precisa ser observada visualmente em 100%. O importante é focar a visão nos últimos 50% da trajetória final da bola. Isso é conseguido através de um treinamento de atenção visual seletiva.


Dica Do Direcionamento Manual

O direcionamento manual do movimento, objetivando a precisão da jogada, é extremamente complexo e dependente da sensibilidade do tenista (controle). Inicialmente, parece fácil empunhar uma raquete e sair por aí rebatendo bolas. Na verdade, tal tarefa exige "precisão espacial". Por exemplo, para rebater uma bola, você precisa saber onde a bola se encontra no espaço, o tempo que ela leva para chegar próxima a sua mão, preparar-se para o golpe, posicionar sua raquete e então rebatê-la. Outro aspecto do direcionamento manual que também é importante, no que tange a precisão, é o contato raquete-bola e a força empregada. Por exemplo, a realização de um topspin impõe uma velocidade de rotação na bola que influirá na direção e no ponto de queda da bola dentro da quadra do adversário. Situação esta que, quanto mais treinada, melhor tende a ser efetuada com precisão. Costumo comparar essa situação com o golfe. No golfe, parece fácil sair realizando um swing e bater a bola estática no chão. Mas, não é para os principiantes. Mesmo jogadores de golfe mais adiantados que conseguem bater com facilidade na bola, acabam na maioria das vezes falhando quanto ao seu direcionamento no campo. O direcionamento manual pode ser mais bem entendido quando explicamos a diferença entre habilidade motora fina e habilidade motora global. A tarefa de segurar uma caneta e escrever uma carta consiste em uma habilidade motora fina, devido a requerer um controle mais rigoroso na precisão de nossa mão e dedos durante o movimento. Já, as habilidades motoras globais estão relacionadas com tarefas ao qual a precisão fica para um segundo plano e envolvem grandes grupos musculares na execução, entre muitas: pular, saltar, correr, etc. Assim, o direcionamento manual no tênis é considerado como uma habilidade motora fina que exige do jogador uma grande sensibilidade de controle do movimento.

Dicas do Saque

• Posicionamento: De lado, ombros e raquete apontados para a área do saque, pés afastados.

• Levantamento: (toss) Controlar o braço que levanta a bola. Manter o braço estendido com a mão apontando para a bola até o momento do impacto.

• Ponto de impacto: Após o levantamento, o ponto ideal é aquele em que a bola para de subir. É importante transferir o peso para frente, flexionando os joelhos e usando o abdome.

• Terminação: Após o impacto, girar os ombros levantando a raquete para o lado oposto do ombro, lembrando sempre de se reposicionar, para continuar a disputa pelo ponto.


Lance a Bola à Frente do Corpo


No lançamento da bola (toss), procure colocá-la em um ponto a sua frente. Isso obrigará você a "buscar" a bola, estendendo os joelhos, quadril e cotovelo. Desta forma você vai utilizar todo o corpo para sacar, diminuindo a responsabilidade do cotovelo/antebraço na execução do saque. Se você lançar a bola acima de sua cabeça, não poderá utilizar todo o corpo e acabará sacando "só com o braço".




Dicas das Empunharuas


Não podemos ser radical e afirmar que esta ou aquela é a melhor empunhadura, pois cada jogador deverá achar a que mais lhe agrade, desde que esta possa fazer com que seu jogo continue a evoluir e não lhe cause nenhum problema físico. Vou tentar agora ajudar a todos que possuem essa dúvida com algumas dicas sobre as principais empunhaduras. a) Eastern - é a mais utilizada por jogadores amadores, pois com elas podemos Ter um bom controle de todos os golpes de direita no fundo e na rede. b) Eastern de Esquerda - normalmente usada por jogadores que utilizam esquerda com uma mão. c) Continental - empunhadura clássica, ótima para saques e voleios. d) Western - muito usada por jogadores que utilizam muito top spin. e) Semi-western - empunhadura intermediária entre eastern e western.

Dicas da Posição de Espera

Posição de espera (ou inicial), tão importante quanto todos os outros golpes e, tão esquecida por todos. Com exceção do saque, todos os golpes e deslocamentos em quadra partem da posição de espera. Vamos a ela: a) Cabeça - sempre alta com o olhar direcionado para a bola. b) Mãos - sempre a frente do corpo, com a mão não dominante apoiando a raquete para ajudar no equilíbrio e nas trocas de empunhaduras. c) Pernas - separadas confortavelmente e ligeiramente inclinadas. d) Tronco - ligeiramente inclinado para frente, transferindo o peso para a ponta dos pés.

Dica da Pegada

Direita, ou "forehand": mantenha os cotovelos ligeiramente à frente do corpo; apóie o coração da raquete sobre a extensão do dedo indicador da mão esquerda; em seguida, segure o cabo da raquete com a mão direita, como se estivesse cumprimentando alguém; esta é, também, a "posição de espera", no fundo da quadra, que você deve adotar para definir de qual lado vai bater a bola.


Dica do Seu Braço

A melhor forma de jogar é com o cotovelo mais próximo do corpo. Coloque uma bola em baixo do braço com o qual o tenista empunha a raquete e faça-o bater algumas bolas afins de que ele se familiarize com este novo estilo, que passa a exigir maior impulsão de corpo, do que apenas de braço. Usando topspin Use um pouco de "topspin" nas devoluções de "forehand”, se você insistir em praticá-lo nos treinos e jogos, em menos de dois meses já se sentirá confiante.


Dica de Como Obter Precisão

Quem dirige a bola é a direção do alinhamento dos ombros. Esta observação é válida para todos os golpes (saque, "drives", voleios, "smash", curtas). É uma advertência para que você evite dirigir a bola com a ajuda de torções de pulso.


Dica da Rebatida em Movimento

Numa bola em que o adversário atacou fortemente sua direita, obrigando-o a bater correndo, é imprescindível que você esteja com o pé direito na frente no momento de golpear a bola, a fim de que lhe seja possível executar o "follow-through" (seguimento da batida); ou seja, somente com o corpo quase de frente para o adversário é que lhe será possível impulsionar o braço para frente, terminando o movimento da raquete de maneira idêntica ao do final da tacada forte de um jogador de golfe, isto é, com a raquete por cima de seu ombro esquerdo e quase atrás de suas costas.


Dica do Golpe de Fundo da Quadra
(Ground Strokes)

1. Executar o contato raquete-bola à frente do corpo
Esta é uma das dicas mais comuns entre os professores de tênis, mas vamos entender as vantagens:
- Facilita a transferência do peso do corpo sobre a bola. Isso diminui a sobrecarga, principalmente sobre o conjunto cotovelo/antebraço;
- Facilita uma ampla terminação (follow-through) do golpe, evitando as intensas contrações musculares causadas pelas desacelerações bruscas;
- Aumenta a liberdade para golpear a bola na cruzada sem a utilização exagerada do punho. Quando o contato é atrasado, a bola tende a sair na paralela.
2. Antecipar a preparação (backswing)
Os golpes típicos do fundo de quadra - direita (forehand) e esquerda (backhand) - devem seguir a seguinte ordem de movimento:
• preparação;
• passos de ajuste;
• terminação.
No momento em que a bola tocar a sua quadra, procure já ter finalizado a preparação. Com isso você terá mais tempo para ajustar a posição de seu corpo em relação à bola, evitando o contato atrasado que, como já vimos anteriormente, pode causar lesões.



Aumente a Terminação
 (Follow-Through)

Todos os golpes do tênis possuem três fases: 1) fase de aceleração da raquete; 2) contato raquete-bola; e 3) fase de desaceleração da raquete. Independente do efeito com que você bate na bola procure sempre fazer uma terminação bem ampla. Assim você terá mais tempo para desacelerar a raquete suavemente, sobrecarregando menos o cotovelo/antebraço.




Terminação curta
 
Terminação longa


Terminação Ampla



Se você for destro, procure sacar da direita para a esquerda, assim sua terminação será mais ampla. Os canhotos, obviamente, devem sacar da esquerda para a direita. Portanto, durante a execução do saque, seu braço dominante (que segura a raquete) deve cruzar o tronco. Se isso não acontecer, além de ter de desacelerar bruscamente a raquete, você terá de flexionar o punho (snapp) com grande amplitude. Esses dois movimentos são altamente lesivos.



Aumente o Tempo de Contato Raquete Bola

Aumentando o tempo de contato entre as cordas da raquete e a bola, o "efeito estilingue" entre elas será mais eficiente: as cordas deformam mais e consequentemente transferem maior quantidade de energia para a bola. Assim você terá que acelerar menos a raquete, "economizando" o cotovelo / antebraço. Dica bem prática para aumentar o tempo de contato: "bata e acompanhe a trajetória da bola com a cabeça da raquete".








Utilize O “Slice” Para Volear


Uma dica muito importante para o voleio é utilizar o efeito slice, também conhecido como "underspin". Procure "cortar" a bola, movendo a raquete de cima para baixo, isso aumentará a amplitude do golpe, evitando uma brusca desaceleração. Além disso, o efeito slice mantém a bola baixa após o contato com o solo, dificultando a devolução do adversário.



Voleio de direita de Mirnyi
 
Voleio de esquerda de Sampras



Voleio
Olhe a bola!!!



Parece uma dica óbvia... mas é só ficarmos cinco minutos assistindo a uma aula de tênis para ouvirmos o professor dizer esta frase, talvez a mais clássica dentro do ensino do tênis. Olhe a bola!!! Apesar de óbvia, procure olhar ainda mais a bola, a fim de acertar o "sweet-spot" da raquete. Mas o que é sweet-spot? É a região do encordoamento da raquete onde ocorre a menor transferência de vibração para o braço, além é claro, de impulsionar mais eficientemente a bola Procure olhar para a bola desde o momento em que esta toca as cordas da raquete de seu adversário e tente "achar" a costura ou a marca da bola. Isso vai melhorar sua concentração. Repare como os grandes jogadores olham radicalmente a bola:


Chang
Kuerten
Kafelnikov

 

Lei dos Mais Fortes

 

Procure travar o punho e utilizar mais o ombro. Com isto, você terá as seguintes vantagens:

1. O ângulo de contato entre as cordas da raquete e a bola irá variar menos, aumentando a precisão do golpe;

2. Sendo o ombro uma articulação maior e mais forte que o cotovelo, você terá menor chance de lesões.


Cordas e Tensão

Tensão e tipo de cordas! Qual escolher?


Todos o tenistas iniciantes perguntam qual seria a tensão ideal para se encordoar uma raquete.
A melhor resposta é: Depende se você quer mais controle ou mais potência isso varia de raquete para raquete e de jogador para jogador.
Raquetes encordoadas com tensões baixas (ao redor de 53/55 libras) darão mais velocidade à bola, porém menos controle.
Raquetes encordoadas com tensões médias e altas (55/57 libras e acima), darão menos velocidade à bola, mas em compensação você ganhará mais controle.
O mais comum entre os jogadores de tênis em geral é de 57/58 libras. Alguns profissionais jogam com tensões entre 60/65 libras.
Isso também é influenciado pelo tipo de corda: Nylon (bem mais barata, com opções de durabilidade e flexibilidade, mas que não gera tanta potência na bola quanto a tripa natural), tripa sintética (literalmente o meio termo entre as duas, porém mais cara que as cordas de nylon) e tripa natural (melhor corda, dá mais potência, porém com durabilidade muito pequena desfiando e arrebentando rapidamente justamente por ser natural, requer cuidados especiais, além de ser muito cara).
O ideal serio o próprio jogador ir tentando varias tensões e experimentando os diferentes tipos de cordas até descobrir ao qual se adapta melhor, reunindo controle com potência.
Lembrete:
Quanto maior a tensão das cordas, mais perto de dores no braço e cotovelos você estará.

 

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